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16/Sep/2026

Revisada projeção de exportação de soja em setembro

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou sua projeção de exportação de soja pelo Brasil em setembro para 8,32 milhões de toneladas, ante 7,74 milhões de toneladas estimadas na semana anterior. Se confirmado, o volume representará alta de 19,3% em comparação com os 6,97 milhões de toneladas embarcados em igual mês de 2025. Na comparação com agosto, quando o Brasil exportou 9,60 milhões de toneladas de soja, a estimativa para setembro representa recuo de 13,3%, seguindo o comportamento sazonal de desaceleração no período de entressafra da oleaginosa. Com a projeção para setembro, os embarques acumulados de soja chegam a 102,61 milhões de toneladas no ano, alta de 7,9% ante 95,08 milhões de toneladas em igual período de 2025.

Para o farelo de soja, a Anec reduziu a projeção de setembro para 2,24 milhões de toneladas, ante 2,64 milhões de toneladas previstas na semana anterior. O volume ainda representa alta de 14,2% ante 1,96 milhão de toneladas embarcado em setembro de 2025 e avanço de 6,2% ante agosto, quando o Brasil exportou 2,11 milhões de toneladas. No acumulado do ano, as exportações do produto somam 19,62 milhões de toneladas, crescimento de 12,7% ante igual período de 2025. Na programação da semana de 13 a 19 de setembro, os embarques de soja somam 2,23 milhões de toneladas, alta de 52,7% ante 1,46 milhão de toneladas na semana anterior, de 6 a 12 de setembro.

Para o farelo de soja, estão previstas 585,8 mil toneladas, alta de 57,1% ante 373,0 mil toneladas. Na semana anterior, de 6 a 12 de setembro, os embarques de soja somaram 1,46 milhão de toneladas. O farelo de soja alcançou 373,0 mil toneladas. A China permanece como principal destino da soja brasileira, absorvendo 70% do total exportado entre janeiro e agosto, seguida por Espanha (4%) e Tailândia, Turquia e Paquistão, com 3% cada. No farelo de soja, a Indonésia é o maior comprador, com 17% do total, seguida por Holanda e Tailândia, com 11% cada, e Irã, com 10%. Os números são baseados na programação de embarques e, portanto, podem sofrer alterações conforme as condições operacionais dos portos e outros fatores logísticos. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.