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27/Mar/2026

Fundamentos mantêm vantagem da soja brasileira

O anúncio da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, impulsionou temporariamente o contrato futuro de soja na Bolsa de Chicago, mas a expectativa não altera os fundamentos do mercado. A China não deve ampliar as aquisições da safra 2025/26 e ainda não iniciou negociações da safra 2026/27, mantendo preferência por soja brasileira em função da competitividade de preços. O contrato maio da soja na Bolsa de Chicago registrou alta de aproximadamente 16 cents, encerrando em US$ 11,71 por bushel, refletindo o reagendamento da cúpula.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam compras chinesas de soja americana da safra 2025/26 ligeiramente abaixo de 11 milhões de toneladas, inferior à expectativa de 12 milhões de toneladas, enquanto a China sinalizou interesse em outras culturas, sem incluir a oleaginosa. Para a safra 2026/27, com entregas a partir de 1º de setembro, não há movimentação relevante, apesar do compromisso público de aquisição de até 25 milhões de toneladas anuais nos próximos três anos. No setor de fertilizantes, cerca de 80% dos produtores nos Estados Unidos já haviam adquirido insumos antes do conflito no Oriente Médio, mas há diferenças regionais significativas, com produtores do cinturão central mais protegidos e os das Dakotas mais expostos à elevação do preço do nitrogênio. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.