28/Mar/2024
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, pediu rapidez dos senadores para a aprovação do projeto de lei (PL) do Combustível do Futuro. A rápida aprovação no Senado trará investimentos no Brasil. As falas foram feitas em evento realizado pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio) com objetivo de discutir o potencial do setor de biodiesel para alavancar a industrialização em cidades do interior do Brasil. O vice-presidente afirmou que o momento é de comemoração. Em 15 meses, o Brasil saiu de B10 para uma perspectiva de B25, como prevê o Combustível do Futuro.
Além de Alckmin, estavam presentes no evento os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Agricultura, Carlos Fávaro, além de parlamentares. Silveira afirmou que o País tem potencial não apenas para ser autossuficiente, mas também para exportar sustentabilidade. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), relator do PL do Combustível do Futuro, disse que o tema se tornou uma política duradoura e não mais circunstancial. Deixou de ser polêmica entre governo, oposição e situação. Segundo ele, entre os próximos passos está avançar na produção de alternativas como o biometano. O evento, chamado “Construindo o Futuro - Biodiesel e Desenvolvimento Sustentável nos Municípios”, se propõe a comprovar, com dados estatísticos, os reais benefícios de o Brasil investir na expansão do biodiesel nacional.
O tema do uso de novos combustíveis faz parte da agenda verde conduzida pelo governo federal e com apoio no Congresso. Há duas semanas, a Câmara dos Deputados aprovou o PL do Combustível do Futuro, que cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente. O PL é visto como um passo fundamental para estabelecer segurança jurídica e de apoio para a expansão da produção e adoção dos combustíveis sustentáveis. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.