09/Jun/2023
A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetou exportação de soja do Brasil de 13,111 milhões de toneladas em junho, acima dos 9,946 milhões de toneladas estimados para junho do ano passado. O volume exportado em maio pelo País foi estimado em 14,487 milhões de toneladas. Para o farelo de soja, a expectativa é de exportação de 2,268 milhões de toneladas em junho, ante 2,160 milhões de toneladas exportadas um ano antes. Em maio, os embarques totalizaram 2,276 milhões de toneladas. Na semana de 28 a 3 de junho, o País enviou ao exterior 2,581 milhões de toneladas de soja e 312.506 toneladas de farelo.
Para o período de 4 a 10 de junho, são esperados embarques de 4,251 milhões de toneladas de soja e 669.579 toneladas de farelo. As estimativas de exportação de soja em maio foram reduzidas ante o volume que chegou a ser projetado por não haver tempo suficiente de escoar o volume previsto para o mês. Os embarques totalizaram 14,487 milhões de toneladas em maio, mas em alguns relatórios semanais a associação chegou a prever até 15,9 milhões de toneladas. A safra brasileira de 155 milhões de toneladas trouxe à tona uma pressão logística no Brasil.
Hoje, a capacidade estática de armazenamento consegue dar conta de aproximadamente 60% da produção total de grãos, pressionando o escoamento da safra de soja por não haver onde armazenar, problema que poderá atingir a 2ª safra de milho de 2023, que acaba de ter a sua colheita iniciada no País. Os Estados Unidos, destino incomum para a soja brasileira, continuam importando a oleaginosa. Até o momento foram 167,2 mil toneladas e, para junho, estão previstas mais 121 mil toneladas. Isso ocorre por conta dos preços mais baixos do produto brasileiro. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.