23/Jan/2020
O Brasil ainda deve registrar exportações expressivas de soja na primeira metade de 2020, mas o ritmo de embarques tende a cair a partir de julho. Assumindo-se que a China deve importar o mesmo volume de soja de 2019, ao redor de 88 milhões de toneladas, o país vai encontrar um mercado com oferta ampla, o que tende a resultar em volumes de exportação mais baixos para o Brasil, mais próximos do que era registrado antes da guerra comercial com os Estados Unidos.
Em 2017, o Brasil exportou 53,8 milhões de toneladas de soja para a China, um ano depois o volume cresceu para 65,8 milhões e, em 2019, totalizou 57,9 milhões de toneladas. Impactos maiores sobre as exportações brasileiras devem ocorrer em 2021, já considerando a safra 2020/2021. Com essa primeira fase do acordo, a China tenderia a buscar soja nos Estados Unidos logo após sua colheita, no último trimestre do ano. Fonte: Agência Estado. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.