07/Oct/2026
Segundo dados divulgados nesta terça-feira (06/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), o Brasil exportou 5,212 milhões de toneladas de milho não moído em setembro, queda de 31,1% em relação aos 7,563 milhões de toneladas embarcados em igual mês de 2025. A receita alcançou US$ 1,245 bilhão, recuo de 17% ante o US$ 1,501 bilhão registrado em setembro do ano passado. Os dados consideram 21 dias úteis em setembro de 2026 e 22 dias úteis em setembro de 2025. Apesar da queda nos volumes e no faturamento total, o preço médio apresentou alta de 20,4% no comparativo anual, passando de US$ 198,50 por tonelada em setembro de 2025 para US$ 238,90 por tonelada em setembro de 2026. Em termos de média diária, os embarques alcançaram 248,190 mil toneladas por dia útil em setembro deste ano, ante 343,776 mil toneladas por dia no mesmo período de 2025.
Em valor, a média diária das exportações foi de US$ 59,290 milhões, frente aos US$ 68,225 milhões registrados um ano antes. Na comparação com agosto, mês em que o fluxo de escoamento da safrinha segue ativo e no qual o País havia embarcado 4,655 milhões de toneladas, houve um avanço de 12% no volume em setembro. Frente ao mês anterior, a receita com as vendas externas do cereal cresceu 23%, considerando que o faturamento de agosto havia sido de US$ 1,012 bilhão. No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o País embarcou 19,700 milhões de toneladas de milho, queda de 15,5% frente às 23,303 milhões de toneladas exportadas em igual período de 2025. Em receita, o acumulado dos nove primeiros meses do ano atingiu US$ 4,398 bilhões, recuo de 7,8% na comparação com os US$ 4,771 bilhões faturados no mesmo período do ano passado. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.