08/Sep/2026
Segundo dados divulgados na sexta-feira (04/09) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), o Brasil exportou 4,655 milhões de toneladas de milho não moído em agosto, queda de 32,0% em relação aos 6,847 milhões de toneladas embarcados em igual mês de 2025. A receita alcançou US$ 1,012 bilhão, recuo de 24,6% ante o US$ 1,342 bilhão registrado em agosto do ano passado. Os dados consideram 21 dias úteis em agosto de 2026 e 21 dias úteis em agosto de 2025.
Apesar da queda nos volumes e no faturamento total, o preço médio por tonelada apresentou alta de 10,9% no comparativo anual, passando de US$ 195,95 em agosto de 2025 para US$ 217,40 em agosto de 2026. Em termos de média diária, os embarques alcançaram 221,671 mil toneladas por dia útil em agosto deste ano, ante 326,036 mil toneladas por dia no mesmo período de 2025. Em valor, a média diária das exportações foi de US$ 48,190 milhões, frente aos US$ 63,888 milhões registrados um ano antes. Na comparação com julho, mês em que o fluxo de escoamento da 2ª safra de 2026 começa a ganhar ritmo e no qual o País embarcou 1,943 milhão de toneladas, houve um avanço expressivo de 139,6% no volume em agosto.
Frente ao mês anterior, a receita com as vendas externas do cereal cresceu 138,2%, considerando que o faturamento de julho havia sido de US$ 424,907 milhões. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o País embarcou 14,489 milhões de toneladas de milho, queda de 8,0% frente às 15,743 milhões de toneladas exportadas em igual período de 2025. Em receita, o acumulado dos oito primeiros meses do ano atingiu US$ 3,171 bilhões, recuo de 3,3% na comparação com os US$ 3,280 bilhões faturados no mesmo período do ano passado. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.