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14/May/2026

Etanol de Milho contribui na estabilidade da cadeia

Segundo a Inpasa, a indústria de etanol de milho consolidou-se como um fator de estabilidade para a cadeia produtiva do cereal no Brasil, especialmente em momentos de pressão sobre os preços domésticos. A combinação entre possível queda de produtividade da 2ª safra de 2026 e valorização do real frente ao dólar tende a reduzir a competitividade das exportações e aumentar a permanência do milho no mercado interno. Nesse cenário, a demanda gerada pelas usinas de etanol é considerada fundamental para evitar um quadro mais severo de excesso de oferta e deterioração das margens dos produtores.

A empresa avalia que a expansão da indústria ocorreu justamente diante da disponibilidade estrutural de grandes excedentes exportáveis de milho no Brasil, contribuindo para ampliar o consumo doméstico do cereal e reduzir a dependência exclusiva do mercado externo. Além da absorção do grão, o setor de etanol de milho também fortalece cadeias integradas de produção ao ampliar a oferta de coprodutos utilizados na nutrição animal, como os grãos secos de destilaria (DDG) e os grãos secos de destilaria com solúveis (DDGS).

Segundo a avaliação da companhia, esses insumos vêm ganhando espaço como alternativas proteicas competitivas para os segmentos de proteína animal. A Inpasa considera ainda que o setor atua como um mecanismo de estímulo à economia circular no agronegócio brasileiro, conectando produção agrícola, biocombustíveis e cadeias pecuárias. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.