29/Apr/2026
Segundo a AgResource, há risco maior nas áreas de milho 2ª safra de 2026 em Goiás, São Paulo e Minas Gerais, onde as chuvas terminaram mais cedo e podem não voltar de forma relevante antes de setembro ou outubro. O quadro é diferente em Mato Grosso e no Paraná, que concentram juntos cerca de 60% a 61% da área brasileira de 2ª safra e receberam chuvas recentes. Essa umidade ajuda a preservar o potencial produtivo dos dois principais Estados e torna difícil reduzir a produção total do Brasil para menos de 133 milhões a 134 milhões de toneladas, volume que manteria o País como exportador relevante. Diante desse quadro, há mais incerteza nos mercados do que havia um ano atrás. Não são os mesmos mercados de 2025. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.