17/Apr/2026
Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o custo de produção do milho em Mato Grosso avançou em março. O movimento foi puxado sobretudo pela alta das despesas com fertilizantes e operações mecanizadas, num cenário em que a cultura também registra aumento no Custo Operacional Efetivo (COE) e no Custo Operacional Total (COT). Para o milho de alta tecnologia da safra 2026/27, o custeio foi projetado em R$ 3.686,80 por hectare em março, elevação de 3,38% em relação ao mês anterior.
O principal vetor de alta foi o grupo de operações mecanizadas, com avanço de 10,06%, para R$ 194,30 por hectare. Também houve aumento nas despesas com fertilizantes, de 6,51%, para R$ 1.288,82 por hectare, e com defensivos, de 3,12%, para R$ 895,70 por hectare. As sementes recuaram 0,39%, para R$ 840,22 por hectare, e a mão de obra caiu 0,19%, para R$ 235,67 por hectare. Os serviços terceirizados permaneceram estáveis em R$ 46,33 por hectare. O COE do cereal ficou em R$ 5.408,05 por hectare, alta de 2,63% no mês, e o COT foi calculado em R$ 5.975,39 por hectare, avanço de 2,37%. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.