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19/Nov/2025

Futuros do milho sobem com boas vendas dos EUA

Os futuros de milho fecharam em leve alta nesta terça-feira (18/11) na Bolsa de Chicago, ainda refletindo a forte demanda pelo grão norte-americano. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que 2,05 milhões de toneladas de milho foram inspecionadas para embarque em portos norte-americanos na semana até 13 de novembro, aumento de 38,25% ante a semana anterior. Na comparação com igual período do ano passado, o volume é 135% maior. No acumulado do ano comercial, foram inspecionados 15,8 milhões de toneladas, aumento de 73% na comparação anual. Os futuros do milho estão muito bem do lado da demanda.

O vencimento março do grão subiu 1,50 cent (0,33%), e fechou a US$ 4,49 por bushel. O fortalecimento do petróleo, que melhora a competitividade relativa do etanol, também deu suporte às cotações. Nos Estados Unidos, o biocombustível é feito principalmente com milho. O USDA publicou nesta terça-feira (18/11) seu primeiro relatório semanal de acompanhamento de safra desde 29 de setembro. O documento mostrou que a colheita de milho nos Estados Unidos estava 91% concluída no dia 16 de novembro, em comparação a 98% na data correspondente do ano passado e 94% na média dos cinco anos anteriores.

No Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que o plantio de milho safra de verão (1ª safra 2025/2026) atingia no dia 15 de novembro 52,6% da área prevista nos nove Estados que correspondem a 92% da área cultivada, avanço de 4,9% ante a semana anterior. Em comparação com igual período da safra passada, quando 52,4% da área havia sido cultivada, há avanço de 0,2%. Na comparação com a média das últimas cinco safras, de 53%, os trabalhos estão 0,4% atrasados. A Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) informou que o país importou 360 mil toneladas de milho em outubro, aumento de 43,1% na comparação com outubro do ano passado. No acumulado do ano, no entanto, as importações chinesas somaram apenas 1,29 milhão de toneladas, queda de 90% na comparação anual.