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12/May/2026

Fertilizantes: resultado da K+S no 1º trimestre/26

A companhia alemã de fertilizantes K+S teve receita de 1,06 bilhões de euros (US$ 1,25 bilhão) no primeiro trimestre deste ano, alta de 10% ante os 964,7 milhões de euros (1 euro = US$ 1,176) reportados em igual período de 2025, informou a empresa nesta segunda-feira. Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado por níveis de preços mais elevados em ambos os segmentos de clientes, além de fortes volumes de vendas no negócio de sal de degelo. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 39,2% na mesma base comparativa, para 279,2 milhões de euros. A margem Ebitda ficou em 26%, ante 21% no primeiro trimestre de 2025. Na divisão de Agricultura da empresa, o faturamento cresceu 2%, para 678,1 milhões de euros no trimestre.

Em relatório, a K+S destacou que o preço médio do portfólio (excluindo mercadorias comerciais) subiu para 336 euros/t, contra 326 euros/t no primeiro trimestre de 2025. O volume de vendas no segmento, incluindo mercadorias comerciais, recuou 0,8%, para 2,00 milhões de toneladas. "A combinação regional reflete o maior foco nos mercados estrangeiros no início do ano, devido a uma temporada de primavera atrasada na Europa", afirmou a empresa. No período, a receita do segmento na Europa foi de 351,3 milhões de euros, ante 357,4 milhões de euros no primeiro trimestre do ano anterior. No exterior, a receita somou 326,8 milhões de euros, contra 307,4 milhões de euros no ano passado. O cloreto de potássio representou 361,8 milhões de euros da receita do segmento, ante 358,6 milhões de euros um ano antes.

Fertilizantes especiais representaram 316,3 milhões de euros, em comparação a 306,2 milhões de euros no primeiro trimestre de 2025. Na divisão Industry+, as receitas no primeiro trimestre totalizaram 382,7 milhões de euros, aumento de 27,6% ante o primeiro trimestre de 2025. Os volumes de vendas somaram 2,62 milhões de toneladas, alta de 44,9%. O principal motor foi o volume de vendas de sal de degelo, que atingiu 1,49 milhão de toneladas, um avanço superior a 100% devido às condições climáticas. Para o acumulado de 2026, a companhia elevou sua projeção de Ebitda para um intervalo entre 630 milhões e 730 milhões de euros (a previsão anterior era de 600 milhões a 700 milhões de euros). O volume de vendas no segmento agrícola é esperado entre 7,4 milhões e 7,6 milhões de toneladas. Fonte: Broadcast Agro.