01/Apr/2026
Segundo a CropLife, a utilização de bioinsumos tem contribuído para a manutenção da produtividade do milho na 2ª safra, especialmente em contextos de janelas de plantio mais curtas, nos quais o manejo eficiente se torna determinante para o desempenho da cultura. A tecnologia apresenta efeito residual superior ao de defensivos convencionais, permitindo maior proteção ao longo do ciclo e favorecendo o controle de pragas iniciais. A aplicação pode ser realizada de forma antecipada ao plantio ou no tratamento de sementes, estratégia que amplia a eficiência no controle de insetos como a cigarrinha, com impacto direto sobre a produtividade.
No contexto da 2ª safra, caracterizado por calendário mais restrito, a antecipação do manejo reduz riscos operacionais e contribui para maior previsibilidade no desenvolvimento da lavoura. Além do aspecto agronômico, a adoção de bioinsumos também atua como instrumento de mitigação de custos, ao reduzir a dependência de fertilizantes importados, cujos preços tendem a apresentar maior volatilidade em cenários de instabilidade geopolítica. O avanço do uso dessas tecnologias reforça a integração de práticas mais sustentáveis e eficientes no sistema produtivo, com ganhos tanto em produtividade quanto em gestão de riscos na cultura do milho. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.