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01/Apr/2026

Indústria Química: guerra não impacta abastecimento

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) informou que não há dados que indiquem impactos reais sobre o abastecimento do setor no Brasil no curto prazo. A entidade ressalta que, mesmo em cenário hipotético de queda significativa nas importações, a indústria química possui capacidade ociosa suficiente para atender à demanda interna.

A Abiquim observou que análises alarmistas recentemente divulgadas se baseiam principalmente em projeções pontuais e preços spot, enquanto a produção química opera predominantemente com contratos de médio prazo e cláusulas de demanda firme. Esse modelo reduz a transmissão imediata de oscilações e assegura previsibilidade no suprimento.

O setor químico brasileiro apresentou média de ociosidade de 41% em 2025, o maior nível em 30 anos, chegando a 45% em segmentos de intermediários para plásticos. Em relação às pressões de aumento de custos, a associação destacou que o setor global sofre impactos pela elevação do preço do petróleo, mas não há expectativa de alterações significativas na competitividade. O conflito recente ainda não completou um mês, e os dados disponíveis não permitem estimar a extensão ou a duração de eventuais pressões sobre preços. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.