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09/Sep/2026

Frutas: incêndio na Ceagesp atrapalha comercialização

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) discute com comerciantes uma alternativa para manter as operações do pavilhão de frutas atingido por um incêndio na noite de sábado (05/09), e garantir o funcionamento das atividades na área afetada a partir desta segunda-feira (08/09). O Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), na zona oeste da capital, permanece aberto, mas as áreas próximas ao pavilhão incendiado estão isoladas. A Ceagesp afirmou que mantém "diálogo permanente" com uma comissão de comerciantes que operam no local para definir medidas emergenciais e alternativas para o funcionamento dos negócios. A companhia não detalhou, porém, qual espaço poderá ser disponibilizado nem quando a solução será implementada. O pavilhão atingido, identificado como MFE-A, é utilizado principalmente para a comercialização de frutas, com destaque para melancias. A Ceagesp afirmou que um levantamento mais detalhado dos danos será feito depois que o local for liberado e que esse trabalho deverá se estender ao longo desta semana.

A companhia dará todo o apoio necessário para que as operações sejam restabelecidas o mais rapidamente possível. A dimensão dos prejuízos e o prazo para recuperação das instalações ainda não foram definidos. O espaço sofreu danos significativos e permanece preventivamente interditado, com acesso restrito. A avaliação da estrutura e a perícia, que deverá determinar as causas do incêndio, precisa ser concluída antes de uma definição sobre a recuperação do pavilhão. A situação preocupa comerciantes que dependem do espaço para receber, armazenar e vender produtos. Mais de 100 permissionários trabalhavam no galpão, que tinha 320 boxes e concentrava principalmente estabelecimentos ligados à comercialização de frutas. A manutenção da operação do entreposto é relevante para o abastecimento da capital paulista.

Como o pavilhão atingido concentra a comercialização de frutas, uma eventual interrupção prolongada das atividades poderá exigir a transferência temporária das operações para outras áreas do entreposto ou para estruturas provisórias. A Ceagesp, contudo, não informou até o momento se haverá necessidade de remanejamento de mercadorias nem se espera algum impacto sobre o abastecimento ou os preços de frutas e outros alimentos in natura. Segundo a Ceagesp, somente as áreas próximas ao pavilhão afetado permanecem isoladas para o trabalho de rescaldo e da perícia. O Corpo de Bombeiros controlou as chamas por volta das 2h30 da madrugada de domingo (06/09). A Ceagesp também destacou o trabalho de funcionários que iniciaram o combate ao fogo e afirmou que o atendimento dos bombeiros evitou danos maiores ao pavilhão. O incêndio começou na noite de sábado (05/09) e atingiu o pavilhão MFE-A, causando danos à estrutura. Não houve vítimas. A Defesa Civil informou que o local sofreu danos significativos e determinou a interdição preventiva da área. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.