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15/Jan/2026

Cacau: chuvas na África favorecem oferta em 2026

Segundo a Hedgepoint Global Markets, o mercado de cacau iniciou 2026 com volatilidade e desafios persistentes, mas chuvas acima da média na África Ocidental, principal região produtora, reforçam as perspectivas positivas para a oferta. O clima favorável em áreas da Costa do Marfim e de Gana contrasta com a seca observada no mesmo período da safra passada. Essa condição climática, caso se mantenha, reforça uma perspectiva positiva para o final da safra principal e o início da safra intermediária 2025/2026, sustentando a expectativa de superávit global. Agricultores da Costa do Marfim também relataram que as chuvas recentes devem favorecer a colheita da safra principal, que vai até março, melhorando a produtividade e a qualidade das amêndoas em relação à temporada anterior.

A inclusão do cacau de Nova York no Índice Bloomberg de Commodities pode influenciar as cotações no curto prazo, gerando volume de negociações por causa do rebalanceamento de portfólios de fundos. Movimentos técnicos associados a esses fluxos podem favorecer oscilações pontuais, embora parte do mercado já tenha se antecipado ao evento. No entanto, o cenário atual reflete mais a retração na moagem, principal indicador de demanda, do que um aumento expressivo da oferta. O mercado aguarda os dados de processamento do quarto trimestre de 2025 para avaliar o impacto das correções de preço. Nesta quarta-feira (14/01), os contratos futuros de cacau fecharam em baixa na Bolsa de Nova York, com o vencimento março caindo 2,57%, a US$ 5.090,00 por tonelada. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.