05/Nov/2026
O mercado físico do boi gordo mantém firmeza nas negociações, com novos ajustes positivos nas cotações em diversas regiões pecuárias do País. O cenário é de oferta restrita de bovinos para abate. A disponibilidade limitada de boiadas continua dando sustentação às cotações. Para os próximos dias, a expectativa é de manutenção da firmeza, com possibilidade de novas altas no início do mês, diante do pagamento dos salários, que tende a favorecer o consumo interno de carne bovina e estimular a reposição de estoques pelo varejo.
Em São Paulo, o boi gordo está cotado a R$ 387,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 360,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 375,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 390,00 por arroba a prazo. As escalas de abate atendem, em média, seis dias, embora frigoríficos com contratos apresentassem programação mais confortável. Na Bahia, o boi gordo está cotado a R$ 370,86 por arroba; em Minas Gerais, a R$ 376,82 por arroba; no Paraná, a R$ 389,94 por arroba; e no Pará, entre R$ 375,00 e R$ 377,00 por arroba.
Em São Paulo, no atacado, os preços estão em alta. A carcaça casada do boi está cotada a R$ 26,19 por Kg; a caraça casada da vaca, R$ 25,18 por Kg. Após um início de semana de vendas mais fracas, o feriado prolongado de Finados (02/11) estimulou os pedidos de reposição de estoques e antecipou as compras, favorecendo a valorização das carcaças. A carcaça casada do boi capão está cotada a R$ 25,75 por Kg e a do boi inteiro, a R$ 25,00 por Kg.