09/Sep/2026
Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de carne suína cresceram 8% em agosto, para 131,126 mil toneladas, ante 121,469 mil toneladas embarcadas em igual mês de 2025. A receita, porém, recuou 1,7% na mesma comparação, de US$ 294,93 milhões para US$ 289,89 milhões. No acumulado de janeiro a agosto, os embarques somaram 1,057 milhão de toneladas, alta de 8,9% ante as 970,331 mil toneladas registradas no mesmo período de 2025.
A receita acumulada atingiu US$ 2,447 bilhões, crescimento de 4,8% em relação aos US$ 2,335 bilhões registrados no ano passado. As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em agosto, com 23,314 mil toneladas, apesar da queda de 30,4% ante igual mês de 2025. O Japão ficou em segundo lugar, com 16,472 mil toneladas, avanço de 92,9%, seguido pela China, com 15,174 mil toneladas, alta de 45,9%; Vietnã, com 8,274 mil toneladas, aumento de 38,3%; Chile, com 8,035 mil toneladas, queda de 40%; e Singapura, com 6,552 mil toneladas, crescimento de 25,2%. O desempenho das exportações e a superação da marca de 1 milhão de toneladas no acumulado do ano reforçam a consistência da demanda internacional e a diversificação dos mercados compradores da carne suína brasileira.
Santa Catarina manteve a liderança entre os Estados exportadores em agosto, com 64,091 mil toneladas, aumento de 12,6% ante igual mês de 2025. O Rio Grande do Sul ficou na segunda posição, com 30,369 mil toneladas, queda de 3,3%. Na sequência aparecem Paraná, com 22,828 mil toneladas, alta de 24,3%; Mato Grosso, com 3,965 mil toneladas, avanço de 25,3%; e Minas Gerais, com 3,162 mil toneladas, crescimento de 25,7%. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.