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03/Sep/2026

Boi: preços sobem com oferta restrita de boiadas

O mercado físico do boi gordo iniciou setembro com maior firmeza, após um fim de agosto pressionado. A oferta de bovinos permanece controlada, enquanto os pecuaristas mantêm expectativas de preços mais elevados. Frigoríficos com necessidade de recomposição dos estoques e de manutenção de escalas de abate mais confortáveis elevam as indicações de compra. Mas, a maior parte das negociações ocorre nos mesmos patamares da semana anterior, com reajustes pontuais em algumas regiões. Em São Paulo, o ritmo de negócios é menor que em outras regiões, pois os pecuaristas seguem aguardando valores mais elevados. O boi gordo está cotado a R$ 345,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 322,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 332,00 por arroba a praz; e o “boi China”, a R$ 345,00 por arroba a prazo, sem ágio. As escalas de abate atendem, em média, nove dias.

Em Rondônia, o boi gordo está cotado a R$ 328,98 por arroba a prazo; na Bahia, a R$ 331,23 por arroba a prazo; em Goiás, a R$ 336,86 por arroba a prazo; em Minas Gerais, a R$ 338,99 por arroba a prazo; no Paraná, a R$ 358,00 por arroba a prazo; no Maranhão, a R$ 340,00 por arroba a prazo; e em Mato Grosso do Sul, a R$ 345,00 por arroba a prazo. Em São Paulo, no atacado, a comercialização é lenta e os preços se mantêm estáveis. A carcaça casada de boi está cotada a R$ 24,00 por Kg e a carcaça casada de vaca, a R$ 22,93 por Kg. O comportamento da carne bovina no atacado permanece como importante referência para a formação de preços do boi gordo, especialmente diante da necessidade dos frigoríficos de equilibrar as escalas de abate com o ritmo da demanda.