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14/Aug/2026

Boi: preços estáveis com equilíbrio oferta/demanda

Em São Paulo, o mercado físico do boi gordo permanece estável, em cenário de equilíbrio entre oferta e demanda e com os frigoríficos ajustando as compras para manter as escalas de abate. As programações das indústrias atendem, em média, a sete dias úteis, reduzindo a necessidade de compras mais agressivas neste momento. O boi gordo está cotado a R$ 350,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 325,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 337,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 352,00 por arroba a prazo. Os vendedores demonstram resistência em fechar negócios diante da expectativa de preços do boi gordo superiores a R$ 350 por arroba. Em outras regiões, porém, são observados movimentos pontuais de alta, diante da oferta restrita de bovinos terminados. Observa-se melhora da liquidez, com maior volume de negócios e reajustes de preços em algumas regiões.

Com escalas entre sete e oito dias úteis, os frigoríficos passam a buscar novos lotes e, em alguns casos, elevaram as ofertas para concluir negócios. Em Minas Gerais, o boi gordo está cotado entre R$ 334,00 e R$ R$ 342,00 por arroba a prazo. Em Mato Grosso do Sul, o boi gordo está cotado a R$ 340,31 por arroba; em Goiás, entre R$ 325,00 e R$ 335,00 por arroba a prazo; no Rio de Janeiro, a R$ 345,00 por arroba a prazo; e em Alagoas, a R$ 345,00 por arroba a prazo. Na Bahia, observa-se dificuldade dos frigoríficos em recompor os estoques após as boas vendas de carne no Dia dos Pais. O boi gordo está cotado entre R$ 320,00 e R$ 330,00 por arroba a prazo. Em São Paulo, no atacado, os preços permanecem estáveis. A carcaça casada de boi está cotada a R$ 24,27 por Kg e a carcaça de vaca, a R$ 23,02 por Kg. A estabilidade no atacado ocorre apesar da melhora pontual da liquidez no mercado físico e das altas observadas em algumas regiões produtoras.