27/Jul/2026
O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes, sustentado pela oferta restrita de bovinos terminados e pela estratégia cautelosa dos frigoríficos, que mantêm as compras direcionadas para o curto prazo. Em São Paulo, os negócios seguem concentrados no atendimento das necessidades imediatas das indústrias, enquanto a evolução das compras nos próximos dias será determinante para a continuidade do movimento de valorização.
No Estado, o boi gordo e o “boi China” registram valorização diária de R$ 4,00 por arroba, para R$ 342,00 por arroba a prazo em ambas as categorias. A vaca gorda tem alta de R$ 3,00 por arroba, para R$ 315,00 por arroba a prazo. A novilha gorda também registra alta de R$ 3,00 por arroba, para R$ 328,00 por arroba a prazo. As escalas de abate atendem, em média, sete dias, indicando alguma disponibilidade operacional para os frigoríficos, mas a oferta limitada de bovinos terminados continua dando suporte às cotações.
Em Goiás, o boi gordo está cotado a R$ 322,89 por arroba; na Bahia, a R$ 306,60 por arroba; em Mato Grosso, entre R$ 318,00 e R$ 320,00 por arroba; e em Roraima, a R$ 342,00 por arroba. Em São Paulo, no atacado, os preços permanecem estáveis. A carcaça casada do boi é negociada a R$ 23,37 por Kg e a carcaça casada da vaca, a R$ 21,84 por Kg. Apesar do ritmo mais lento das vendas de carne bovina no mercado interno, a menor disponibilidade de bovinos prontos para abate continua limitando a pressão baixista e sustentando as cotações da arroba.