21/Jul/2026
Um caso de gripe aviária (Influenza Aviária de Alta Patogenicidade) em ave de criação doméstica em Coqueiros do Sul, no Rio Grande do Sul, foi confirmado pelo Ministério da Agricultura. O foco ocorre em aves de produção de subsistência e foi detectado na sexta-feira (17/07). As notificações da doença viral em aves silvestres, domésticas e/ou de subsistência não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros e não afetam o status do País de livre de gripe aviária, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
Apesar de o caso ter sido notificado apenas nesta segunda-feira (20/07) pelo Ministério da Agricultura, o foco já havia sido informado pela Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul. Em nota, a secretaria informou que o laudo foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP) na sexta-feira (17/07). A infecção pelo vírus da gripe aviária em aves de subsistência, que são aves de fundo de quintal, não afeta a condição sanitária do Rio Grande do Sul e do país como livre de IAAP, não impactando o comércio de produtos avícolas. Ressalta-se que não há risco na ingestão de carne e de ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.
O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará visitas nas propriedades e granjas no raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de educação sanitária e conscientização. Desde o registro do primeiro foco em maio de 2023, o País registrou 174 casos da doença em animais silvestres no País, 16 focos em produção de subsistência, de criação doméstica ou ornamental, e um em produção comercial, somando 191 ao todo no País. Os dados constam na plataforma de acompanhamento de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves do Ministério da Agricultura. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.