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07/Jul/2026

Boi: preços podem subir com aumento da demanda

O mercado físico do boi gordo inicia a semana com preços pressionados, embora a entrada dos salários na economia possa estimular o consumo doméstico de carne bovina nos próximos dias e reduzir parte desse movimento. As escalas de abate permanecem relativamente curtas e, diante da proximidade do preenchimento das cotas de exportação destinadas à China e da demanda estável no mercado atacadista, os frigoríficos seguem administrando as programações de abate, evitando alongar estoques. Porém, após um movimento de queda disseminado, os preços passaram a apresentar maior estabilidade em parte das regiões produtoras.

Em São Paulo, o boi gordo permanece cotado a R$ 333,00 por arroba a prazo; a vaca gorda a R$ 312,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 325,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 338,00 por arroba a prazo. No acumulado dos últimos sete dias, entretanto, as cotações registram perdas entre 1,2% e 2,6%, com desvalorização de 2,6% para o boi gordo e o “boi China”, de 1,9% para a vaca e de 1,2% para a novilha. As escalas de abate em São Paulo atendem, em média, sete dias úteis. Na Bahia, o boi gordo está cotado a R$ 311,55 por arroba e em Tocantins, a R$ 316,34 por arroba. No mercado externo, apesar da proximidade do preenchimento das cotas de exportação de carne bovina destinadas à China, os embarques brasileiros continuam em expansão.