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12/Jun/2026

Boi: preços estão sustentados no mercado físico

O boi gordo segue sustentado no mercado físico brasileiro, com predominância de estabilidade nas principais regiões pecuárias. A combinação entre oferta restrita de bovinos terminados e demanda moderada por parte dos frigoríficos têm limitado oscilações mais expressivas nos preços. A disponibilidade de bovinos para abate permanece reduzida em diversas regiões, uma vez que parte dos lotes ainda não atingiu o ponto ideal de terminação.

Além disso, pecuaristas que possuem bovinos prontos para comercialização seguem adotando postura cautelosa, retendo a oferta na expectativa de novas valorizações da arroba. Esse movimento tem mantido as escalas de abate entre quatro e onze dias, dependendo da região e da indústria. Em São Paulo, o boi gordo permanece cotado a R$ 349,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 320,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 332,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 355,00 por arroba a prazo.

Minas Gerais apresenta valorização generalizada das cotações em razão da oferta reduzida de boiadas. No Estado, o boi gordo está cotado entre R$ 328,00 e R$ 330,00 por arroba a prazo. Na Bahia, o boi gordo é negociado a R$ 315,36 por arroba e no Pará, a R$ 342,70 por arroba. Em São Paulo, no atacado, o traseiro bovino está cotado a R$ 27,54 por Kg; o dianteiro a R$ 22,58 por Kg; e a ponta da agulha, a R$ 21,14 por Kg. A carcaça casada bovina permanece estável na parcial do mês, cotada a R$ 24,76 por Kg.