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11/Jun/2026

Boi: preços estáveis com baixa liquidez no físico

A baixa liquidez no mercado físico do boi gordo tem mantido os preços praticamente estáveis, em um cenário de demanda mais fraca por parte dos frigoríficos e tentativa de retenção de bovinos pelos pecuaristas, mesmo diante do avanço do frio. O movimento reflete um equilíbrio entre oferta e demanda, com negócios ocorrendo em volumes reduzidos. Os negócios seguem em ritmo baixo, embora ainda ocorram operações pontuais.

A queda das temperaturas é apontada como fator de atenção, já que pode comprometer a capacidade de suporte das pastagens e, consequentemente, elevar a oferta de bovinos no curto prazo. A segunda semana de junho iniciou com liquidez considerada razoável e preços estáveis. Em São Paulo, o boi gordo segue cotado a R$ 349,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 320,00 por arroba a prazo; a novilha gorda, a R$ 332,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 355,00 por arroba a prazo. As escalas de abate atendem, em média, oito dias úteis, o que contribui para o equilíbrio do mercado.

Em Mato Grosso, o boi gordo está cotado entre R$ 340,00 e R$ 355,00 por arroba a prazo. Em Goiás, a demanda mais firme sustenta ajustes positivos, com o boi gordo cotado a R$ 327,00 por arroba a prazo. Em Mato Grosso do Sul, o boi gordo é negociado a R$ 347,00 por arroba a prazo; no Paraná, a R$ 345,00 por arroba a prazo; em Tocantins, a R$ 338,00 por arroba a prazo; e no Acre, a R$ 305,00 por arroba a prazo. Em São Paulo, no atacado, os preços da carne bovina registram alta. A carcaça casada do boi está cotada a R$ 24,75 por Kg e a carcaça casada da vaca, a R$ 22,73 por Kg.