21/May/2026
O mercado físico do boi gordo segue com baixa liquidez e preços predominantemente estáveis, em meio à retração dos frigoríficos nas negociações e ao alongamento das escalas de abate. A indústria mantém postura cautelosa nas compras e começa a intensificar a pressão baixista sobre os preços da arroba. Os frigoríficos operam com escalas relativamente confortáveis e seguem com baixa necessidade de aquisição no mercado spot. As indústrias ainda avaliam seu posicionamento comercial diante do atual cenário de oferta e demanda. A demanda enfraquecida contribui para a pressão exercida pelos frigoríficos sobre as referências do boi gordo.
Em São Paulo, o boi gordo segue cotado a R$ 348,00 por arroba a prazo. Em Minas Gerais, o boi gordo está cotado a R$ 320,00 por arroba; em Mato Grosso, a R$ 348,00 por arroba; no Maranhão, a R$ 343,00 por arroba; no Acre, a R$ 302,00 por arroba; no Rio de Janeiro, a R$ 340 por arroba; na Bahia, a R$ 312,82 por arroba; em Goiás, a R$ 326,34 por arroba; em Mato Grosso do Sul, a R$ 345,81 por arroba; no Pará, a R$ 346,91 por arroba; em Rondônia, a R$ 342,30 por arroba; e em Tocantins, a R$ 332,23 por arroba. Em São Paulo, no atacado, a carcaça casada do boi está cotada a R$ 25,06 por Kg e a carcaça casada da vaca, a R$ 22,83 por Kg.