15/May/2026
Segundo a MyTS, a integração de dados sanitários, o reforço documental e auditorias em propriedades habilitadas para exportação podem acelerar a adequação do Brasil às exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. O principal desafio do País é comprovar, de forma auditável e padronizada, o histórico sanitário dos animais destinados ao mercado europeu. O Brasil já possui instrumentos relevantes de controle sanitário, como a Guia de Trânsito Animal (GTA), sistemas de inspeção oficial, habilitação de frigoríficos e protocolos específicos para mercados premium. A principal limitação está na integração e organização dessas informações.
Muitos produtores e frigoríficos brasileiros já operam em padrões compatíveis com exigências internacionais, mas as evidências sanitárias nem sempre estão estruturadas no formato exigido pela União Europeia. A ampliação da identificação individual obrigatória para todo o rebanho nacional não resolveria isoladamente a demanda europeia. Os bovinos destinados à exportação para a União Europeia, por exemplo, já seguem protocolos específicos do Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (Sisbov). Como alternativa, a maior integração entre bancos de dados, fortalecimento dos registros sanitários, auditorias mais robustas nas propriedades habilitadas e uso mais eficiente de sistemas já existentes no País. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.