14/May/2026
O aumento da oferta de boiadas no mercado físico começou a pressionar os preços do boi gordo no Brasil. Os pecuaristas estão intensificando a liberação de lotes de bovinos terminados diante do avanço do clima frio e da perda de capacidade de suporte das pastagens. O mercado também monitora os possíveis impactos da decisão da União Europeia de suspender, a partir de setembro de 2026, as importações de carne bovina do Brasil caso o País não atenda às exigências relacionadas ao uso de antimicrobianos na pecuária. A avaliação do mercado é de que, caso a suspensão seja mantida, poderá haver pressão adicional sobre os preços do boi gordo.
Em São Paulo, o boi gordo registra recuo de R$ 2,00 por arroba, cotado a R$ 353,00 por arroba a prazo. O “boi China” também tem baixa de R$ 2,00 por arroba, para R$ 358,00 por arroba a prazo. Em Rondônia, o boi gordo está cotado a R$ 330,00 por arroba a prazo; em Roraima, a R$ 325,00 por arroba a prazo; na Bahia, a R$ 317,05 por arroba; em Goiás, a R$ 328,17 por arroba; em Mato Grosso, a R$ 355,94 por arroba; em Mato Grosso do Sul, a R$ 345,34 por arroba; em Minas Gerais, a R$ 317,75 por arroba; e em Tocantins, a R$ 341,26 por arroba. Em São Paulo, no atacado, a carcaça casada do boi está cotada a R$ 25,43 por Kg e a carcaça casada da fêmea, a R$ 23,30 por Kg.