12/May/2026
O mercado físico do boi gordo apresenta baixa movimentação nas principais regiões pecuárias do Brasil. Grandes frigoríficos ampliaram parcialmente as escalas de abate e tendem a atuar de forma cautelosa no início desta semana, priorizando o monitoramento do comportamento dos preços e das vendas de carne bovina após o período do Dia das Mães. A expectativa predominante é de estabilidade para os preços no curto prazo. O setor também acompanha possíveis efeitos positivos sobre o consumo interno decorrentes do pagamento da primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas, da continuidade do programa Desenrola e do fluxo de salários pagos no início do mês. A percepção do mercado é de que eventuais impactos sobre a demanda devem começar a aparecer de forma mais consistente ao longo da semana.
Em São Paulo, o boi gordo segue cotado a R$ 355,00 por arroba a prazo. A vaca gorda tem recuo de R$ 5,00 por arroba, para R$ 328,00 por arroba a prazo. A novilha gorda tem baixa de R$ 3,00 por arroba, para R$ 340,00 por arroba a prazo. O “boi China” permanece em R$ 360,00 por arroba a prazo. Na maior parte das regiões, o cenário é de estabilidade. Na Bahia, o boi gordo está cotado a R$ 332,00 por arroba a prazo e no Rio Grande do Sul, entre 12,20 e R$ 12,30 por arroba a prazo. Em Mato Grosso, a oferta ajustada em função das boas condições das pastagens, favorecidas pelas chuvas, mantém os preços do boi gordo estáveis, entre R$ 340,00 e R$ 350,00 por arroba a prazo. Em São Paulo, no atacado, os preços da carne bovina permanecem estáveis. A carcaça casada do boi é negociada a R$ 25,47 por Kg, enquanto a carcaça da vaca está cotada a R$ 23,27 por Kg.