11/May/2026
Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de carne suína in natura e processada somaram 140 mil toneladas em abril, crescimento de 8,3% em relação às 129,2 mil toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. A receita cambial alcançou US$ 328,2 milhões no período, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados em abril do ano passado. As Filipinas permaneceram como principal destino da carne suína brasileira em abril, com importações de 35,9 mil toneladas, volume 20,6% superior ao registrado no mesmo período de 2025.
Na sequência apareceram Japão, com 16,6 mil toneladas embarcadas e forte crescimento de 131,9%, China, com 11,8 mil toneladas e retração de 21,6%, Chile, com 11,1 mil toneladas e alta de 22,8%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, queda de 34,3%. Também figuraram entre os principais compradores Vietnã, com 5,5 mil toneladas e avanço de 44,6%, Argentina, com 5,3 mil toneladas e retração de 8,7%, Cingapura, com 5,1 mil toneladas e queda de 24,3%, Uruguai, com 4,6 mil toneladas e alta de 12,7%, e México, com 4,4 mil toneladas e redução de 40,3%. O fluxo internacional da proteína suína brasileira permanece aquecido, especialmente nos mercados asiáticos.
Houve avanço relevante em destinos de maior valor agregado, como o Japão, além da ampliação da participação das Filipinas como principal mercado comprador da proteína brasileira. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, crescimento de 14,2% frente às 466 mil toneladas embarcadas entre janeiro e abril de 2025. A receita cambial acumulada no período somou US$ 1,244 bilhão, avanço de 14,1% em relação aos US$ 1,090 bilhão registrados no mesmo intervalo do ano anterior. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.