31/Mar/2026
O mercado físico do boi gordo mantém sustentação e viés de alta, impulsionado pela restrição na oferta de bovinos terminados e pela demanda consistente da indústria frigorífica. O movimento ocorre em um contexto de recomposição de estoques e expectativa de aquecimento do consumo interno com a entrada de renda no início do mês, além da continuidade do ritmo firme das exportações. Em São Paulo, a dificuldade de aquisição de boiadas por parte dos frigoríficos tem levado ao pagamento de preços mais elevados. O boi gordo está cotado a R$ 352,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 325,00 por arroba a prazo; e o “boi China”, a R$ 357,00 por arroba a prazo.
Em outras regiões, o cenário também é de sustentação. No Paraná, o boi gordo está cotado a R$ 350,00 por arroba a prazo e o “boi China”, a R$ 355,00 por arroba a prazo. Em Minas Gerais, o boi gordo está cotado a R$ 343,00 por arroba a prazo; em Mato Grosso do Sul, a R$ 345,00 por arroba à vista; e em Mato Grosso, a R$ 350,00 por arroba a prazo. Em São Paulo, no atacado, a carcaça casada do boi está cotada a R$ 24,33 por Kg e a carcaça casada da vaca, a R$ 22,08 por Kg. A combinação de oferta restrita, demanda doméstica em recuperação e exportações aquecidas sustenta a tendência de firmeza dos preços no curto prazo, com possibilidade de novos avanços conforme a indústria mantém a recomposição de estoques.