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31/Mar/2026

Ração Animal: produção deverá crescer em 2026

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), a produção nacional de rações e suplementos alcançará 97 milhões de toneladas em 2026, avanço de 3,19% em relação ao ano anterior. O crescimento reflete a intensificação da produção pecuária e a maior demanda por proteína animal nos mercados interno e externo. O setor mantém trajetória de expansão, após registrar 94 milhões de toneladas em 2025, com crescimento também sustentado pela melhora nos custos de insumos e pela recuperação das cadeias produtivas.

Na avicultura de corte, a produção de ração deve atingir 39,1 milhões de toneladas em 2026, acompanhando a expansão do abate de frangos. No segmento de postura, a estimativa é de 7,73 milhões de toneladas, refletindo o avanço da produção de ovos. A suinocultura também apresenta crescimento, com previsão de consumo de 23,1 milhões de toneladas de ração. Na bovinocultura de leite, o volume projetado é de 7,9 milhões de toneladas, mantendo a tendência de expansão moderada. Na pecuária de corte, o aumento do confinamento segue como principal vetor de demanda.

O número de bovinos confinados pode alcançar 10 milhões de cabeças em 2026, ampliando o uso de ração no sistema intensivo. O segmento de alimentos para pets também apresenta crescimento, com expectativa de produção de 4,15 milhões de toneladas. Já a aquicultura deve se aproximar de 2 milhões de toneladas, impulsionada principalmente pela produção de tilápia. O desempenho do setor reforça a correlação direta entre alimentação animal e a evolução das cadeias de proteína, consolidando a ração como insumo estratégico para a produtividade e a competitividade do agronegócio brasileiro. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.