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04/Feb/2026

Boi: oferta mais curta sustenta novas altas da arroba

Os negócios no mercado físico do boi gordo abre fevereiro com demanda firme e oferta aquém do necessário deu sustentação às cotações, resultando em novos ajustes positivos. Em São Paulo, o boi gordo registrou valorização de R$ 1,00 por arroba, no quarto ajuste positivo consecutivo, passando a ser negociado a R$ 327,00 por arroba. O boi padrão exportação apresentou alta mais intensa, de R$ 2,00, alcançando R$ 332,00 por arroba, em valores brutos e a prazo. Na mesma praça, a referência média também foi reajustada para R$ 326,87 por arroba, avanço de 0,09%.

Entre as principais regiões acompanhadas, apenas o Tocantins apresentou recuo do boi gordo, de 0,17%, para R$ 303,26 por arroba. A maior valorização foi observada em Rondônia, com alta de 1,40%, levando a arroba a R$ 291,98.

Ainda em São Paulo, os preços da vaca gorda avançaram R$ 2,00 por arroba, para R$ 304,00. O reajuste ocorreu após um intervalo de aproximadamente 50 dias sem alterações nas cotações da fêmea. Movimentos de alta do boi gordo também foram registrados em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e na região de Belo Horizonte.

Os indicadores de mercado mostraram estabilidade com leve viés positivo. O indicador do boi gordo à vista fechou a R$ 327,20 por arroba, alta de 0,09%. No mercado a prazo, a cotação ficou em R$ 330,83 por arroba, com leve recuo de 0,02%.

Na B3, os contratos futuros iniciaram a semana sem direção única. O vencimento fevereiro, o mais líquido, recuou R$ 0,65 por arroba, para R$ 339,15, enquanto o contrato março avançou R$ 0,05, sendo negociado a R$ 338,80 por arroba.

No atacado paulista, a última semana do mês foi marcada por demanda mais aquecida diante de oferta mais limitada. A carcaça casada do boi capão valorizou 0,7%, alcançando R$ 22,05 por quilo. A carcaça do boi inteiro recuou 0,9%, para R$ 21,20 por quilo. Entre as fêmeas, houve alta de 0,5%, equivalente a R$ 0,10 por quilo, com a carcaça da vaca cotada a R$ 20,50 por quilo e a da novilha a R$ 21,05 por quilo. A expectativa é de manutenção desse cenário no curto prazo, apoiada pelo recebimento dos salários e pela continuidade da oferta restrita. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.