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12/Aug/2025

Boi: cálculo das emissões de carbono na pecuária

A JBS afirmou que o Brasil precisa contestar normas internacionais que avaliam de forma equivocada as emissões de carbono da pecuária. O método atual, disseminado pela Europa, “está errado” ao considerar apenas a liberação de gases, sem contabilizar a captura de carbono realizada pelo sistema produtivo. O ruminante é um animal extraordinário. Ele pega carbono e fibras e transforma em proteína. As gramíneas consumidas pelos bovinos realizam fotossíntese, retirando carbono da atmosfera e estocando-o no solo e nas raízes, o que deveria ser considerado na conta. Os dejetos não contaminam o solo; ao contrário, ajudam a melhorar a microbiota, reduzir a importação de fertilizantes e diminuir o uso de biodefensivos.

Sistemas como a integração lavoura-pecuária-floresta comprovam o papel do Brasil na mitigação de emissões. Quando se olha o sistema integrado, ele captura carbono. E a pecuária brasileira é julgada por normas que buscam impedir que os produtos entrem em determinados mercados por conta disso. A empresa defendeu o fortalecimento das entidades representativas do setor para ampliar a interlocução com governos e levar exemplos concretos à COP20, que será realizada em Belém (PA). Há casos reais, como o da Fazenda Roncador, com mais de dez anos de medições validadas pela Embrapa e pela Universidade do Kansas. A JBS está propondo ao governo incluir esses exemplos do Brasil. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.