24/Jun/2025
Estudos recentes conduzidos pela Faculdade União das Américas trouxeram novas perspectivas sobre o uso da banha suína e do óleo de soja na culinária. A pesquisa sugere que a banha, antes vista com ceticismo, pode ser uma opção mais saudável. Os dados indicam que a banha consegue manter os níveis de colesterol HDL, o “colesterol bom”, estáveis, enquanto o óleo de soja causou uma redução de 20,5% nesse nível de colesterol. Além disso, o uso de óleo de soja foi associado ao aumento de peso corporal e de gordura, um resultado que não foi observado com a banha. Essas descobertas desafiam antigas crenças sobre as gorduras utilizadas na cozinha.
Os estudos ressaltam a importância da composição nutricional da banha. Ela é rica em ácidos graxos saturados (cerca de 40%-45%) e monoinsaturados (cerca de 45%), o que lhe confere estabilidade térmica em altas temperaturas. Essa característica é crucial, pois reduz a formação de compostos tóxicos durante o cozimento, tornando-a uma opção ideal para frituras. A banha também se destaca pela presença de vitaminas lipossolúveis, como D e E, que são essenciais para a saúde dos ossos e para o sistema imunológico. O óleo de soja, por sua vez, não oferece esses mesmos benefícios vitamínicos. Os efeitos no colesterol e no controle de peso foram pontos-chave da pesquisa.
Os estudos evidenciaram que a banha não provocou aumentos significativos de peso, ao contrário do óleo de soja, que foi associado a incrementos na massa corporal e gordura. Essas descobertas acentuam o potencial da banha em manter o colesterol HDL em níveis saudáveis, enquanto o óleo de soja apresentou efeitos adversos nesse aspecto. A reintrodução da banha nas cozinhas modernas, especialmente à luz desses dados recentes, sinaliza uma revisão nas escolhas alimentares, apresentando-a como uma opção equilibrada e nutritiva para o preparo de alimentos. Fonte: Agrimídia. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.