20/Aug/2024
A estabilidade se consolida nas negociações no mercado físico do boi gordo e deve ajudar a manter firme a cotação nas diferentes regiões pecuárias nesta segunda metade do mês de agosto. Esse período também deve ser marcado pela cautela nas negociações, com oferta reduzida dos pecuaristas, para evitar pressão sobre a referência, assim como por compras apenas para preenchimento das escalas de abate pela indústria. A expectativa de queda no escoamento da proteína reduz a procura por bois terminados pelos frigoríficos.
As indústrias têm comprado volumes mínimos, prevendo um consumo doméstico mais fraco na segunda quinzena de agosto. Essa estratégia tem mantido os preços firmes. O volume de bovinos ofertados tem sido suficiente para manter as escalas de abate. Em São Paulo, o boi gordo é negociado a R$ 230,00 por arroba a prazo; a vaca gorda, a R$ 207,00 por arroba a prazo, a novilha gorda, a R$ 220,00 por arroba a prazo; e o "boi China", a R$ 235,00 por arroba a prazo. No Estado, as escalas estão preenchidas por 13,8 dias. Em Minas Gerais, o boi gordo está cotado a R$ 218,00 por arroba e no Pará, a R$ 213,61 por arroba.