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24/Apr/2026

Etanol: preços recuam na maior parte das regiões

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos últimos sete dias, os preços médios do etanol hidratado apresentam queda em doze Estados e no Distrito Federal, alta em nove Unidades da Federação e estabilidade em quatro Estados. No período, não houve cotação no Amapá. No consolidado nacional, o preço médio do etanol permaneceu estável em R$ 4,69 por litro. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação registra recuo de 0,66% nos últimos sete dias, para R$ 4,49 por litro. Entre os Estados, a maior alta percentual é observada em Goiás, de 11,39%, com o preço passando de R$ 4,39 por litro para R$ 4,89 por litro.

A maior queda é observada no Amazonas, de 2,55%, com recuo de R$ 5,50 por litro para R$ 5,36 por litro. O menor preço registrado em postos é de R$ 3,49 por litro, em São Paulo, enquanto o maior valor atinge R$ 6,59 por litro, no Rio Grande do Sul. Entre os preços médios estaduais, Mato Grosso do Sul apresenta o menor nível, de R$ 4,42 por litro, ao passo que Pernambuco registra o maior preço médio, de R$ 5,69 por litro. Nos últimos sete dias, o etanol hidratado mantém competitividade em relação à gasolina em quatro Estados. Na média nacional, a paridade entre etanol e gasolina é de 69,48%, patamar considerado favorável ao biocombustível.

Entre os Estados, a relação de preços indica maior competitividade do etanol em Mato Grosso, com paridade de 67,89%, em Mato Grosso do Sul, com 67,69%, no Paraná, com 69,51%, e em São Paulo, com 67,42%. Apesar da referência de 70% como parâmetro técnico para viabilidade econômica do etanol frente à gasolina, a competitividade pode variar conforme o tipo de veículo e eficiência energética, permitindo vantagem ao biocombustível mesmo em níveis de paridade superiores a esse limite. O cenário indica concentração regional da competitividade do etanol, com influência de fatores como custos logísticos, proximidade da produção e dinâmica de preços nos mercados locais. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.