20/Aug/2025
A BYD Brasil defendeu que a competitividade da empresa no País depende, entre outras coisas, do investimento na fabricação local de peças. Por isso, é preciso reforçar o diálogo com toda a cadeia de peças no País, da fabricação ao uso "na ponta" pelas montadoras. A empresa adota regimes tributários diferenciados e é obrigatório adotar um regime de fabricação local para utilização de partes, peças e componentes fabricados no Brasil. Senão, não há competitividade.
Esse investimento na cadeia de produção é ainda mais importante no Brasil, por conta da diversidade geográfica e econômica do País. Seja a BYD ou qualquer outra indústria automobilística, ela vai absorver a fabricação local de autopeças, porque senão não será competitiva. Em relação à popularização de veículos elétricos e híbridos, especialidade da BYD, o momento ainda é de transição, mas a adoção de novos insumos e rede de abastecimento precisa ser encarado como uma "necessidade".
Como exemplo, pode-se citar as diversas startups brasileiras que têm investido na construção de uma rede de abastecimento para veículos elétricos. A própria BYD tem multiplicado a sua rede. Todos os concessionários da BYD são obrigados a instalar um carregador rápido na sua porta. Há um ano e meio atrás, eram 10,8 mil carregadores em vias públicas, hoje são 15,6 mil. É uma expansão constante. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.