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13/Aug/2025

Biocombustíveis na transição energética brasileira

Segundo a Transpetro, a transição energética no Brasil terá uma participação significativa dos biocombustíveis até 2040, enquanto o processo de eletrificação da matriz energética só deve passar a ganhar intensidade a partir daí. Provavelmente, no período que vai de 2025 até a década de 2040, o Brasil deve caminhar para uma entrada mais significativa dos biocombustíveis na transição energética. A partir de 2040, a eletrificação deve assumir um papel mais relevante.

O desafio da indústria do petróleo é articular a segurança energética, que ainda demanda fósseis, com a necessária transição, baseada na substituição e no acréscimo de fontes renováveis. O processo de transição energética é contínuo, mas o momento atual é marcado por um “ineditismo incontornável”: a urgência das mudanças climáticas. No cenário global, as transições energéticas variam conforme a realidade de cada país. A China está acelerando a substituição do carvão por renováveis, a Europa enfrenta dificuldades para acesso aos hidrocarbonetos e o Brasil não tem nada a dever aos países do G20, pois iniciou seu percurso nos anos 1970, com as hidrelétricas e o Proálcool.

O crescimento da demanda global por energia, impulsionada pelo desenvolvimento de países emergentes, mudanças no padrão de consumo e o uso intensivo de inteligência artificial também reforça a necessidade de uma transição gradual, contando com a resiliência dos fósseis para suportar essa demanda crescente. A Petrobras vê no etanol, biodiesel e biometano segmentos em que a empresa pode atuar com maior rapidez, abrindo caminho para a consolidação de uma matriz energética mais sustentável. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.