17/Jun/2025
Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), o uso de biocombustíveis, com destaque para o etanol, tem sido adotado por países estratégicos como Índia e Japão. Destaque também para avanços importantes em países da Ásia, da África e da América Latina. A frustração com o desempenho de tecnologias disruptivas tem levado o mundo a valorizar soluções já disponíveis. Surge uma pressão maior pelas rotas que estão prontas, que são fáceis, baratas e replicáveis. Nesse contexto, o Brasil se destaca. O Brasil tem uma experiência de relação positiva entre custo e benefício nas suas rotas tecnológicas de descarbonização.
Após a COP de Paris, em 2015, havia grande otimismo sobre o rápido desenvolvimento de novas soluções. Mas, dez anos depois, a demanda é a mesma, mas a oferta daquilo que parecia tão promissor não se concretizou. Nos Estados Unidos, a eletrificação em larga escala enfrenta dificuldades, mesmo com incentivos bilionários. Agora, sem os subsídios, haverá ainda mais desafios. Destaque ainda para os desafios de percepção enfrentados especialmente na Europa. Parte da resistência vem da proteção histórica dos europeus à sua segurança energética e alimentar. Outra parte decorre da falta de conhecimento. Há um processo de desconhecimento sobre o tema. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.