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16/Jun/2025

Gasolina: peso na renda domiciliar no 1º trimestre

Segundo o Indicador de Poder de Compra do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), abastecer um tanque de 55 litros com gasolina comum consumiu, em média, 5,8% da renda domiciliar mensal das famílias brasileiras no primeiro trimestre de 2025, um pequeno avanço em relação ao primeiro trimestre de 2024 (5,7%). Os resultados também evidenciaram desigualdades regionais, especialmente em termos da renda e do poder aquisitivo das famílias. Em relação à média nacional, a proporção da renda domiciliar mensal necessária para custear o mesmo volume de gasolina nas capitais foi comparativamente menor, de 3,9%.

Na comparação com o 1º trimestre de 2024, o levantamento não mostrou variações significativas nos resultados registrados no início de 2025, seja na média nacional ou nas capitais. Nesse sentido, pode-se afirmar que o aumento na renda domiciliar foi fundamental para garantir a estabilidade no poder de compra das famílias brasileiras. Os resultados também evidenciam desigualdades regionais. Enquanto esse gasto representa 4,8% da renda na Região Sudeste e 5% nas Regiões Sul e Centro-Oeste, ele chega a 8% na Região Norte e 9,2%, na Região Nordeste do País. Todos os combustíveis caíram de preço em maio em relação a abril.

O destaque foi a queda do diesel comum e do diesel S-10 (ambos com -2,5%), seguidos pelas quedas de preço da gasolina aditivada (-0,6%), gasolina comum (-0,5%), etanol e GNV (ambos com -0,3%). No acumulado de 2025 até maio, quatro dos seis combustíveis apresentaram elevações nos respectivos preços médios nacionais, com destaque para etanol (+5,1%), à frente da gasolina comum (+2,4%), gasolina aditivada (+2,1%) e GNV (+1,1%). Os preços do diesel comum e do S-10 seguem praticamente estáveis no ano (+0,03%). Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.