ANÁLISES

AGRO


SOJA


MILHO


ARROZ


ALGODÃO


TRIGO


FEIJÃO


CANA


CAFÉ


CARNES


FLV


INSUMOS

23/Mai/2023

Etanol: preços recuam na maior parte das regiões

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos últimos sete dias, os preços médios do etanol hidratado registram alta em nove Estados, queda em doze Estados e no Distrito Federal e estabilidade em outros quatro Estados. No Amapá não houve pesquisa na semana anterior. Nos postos pesquisados em todo o País, o preço médio do etanol tem queda de 2,44% nos últimos sete dias, de R$ 4,09 por litro para R$ 3,99 por litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média apresenta baixa de 3,02% nos últimos sete dias, de R$ 3,98 por litro para R$ 3,86 por litro. A maior alta percentual no período ocorre em Alagoas, onde o etanol, que custava em média R$ 4,35 por litro, passou a custar R$ 4,41 por litro (+1,38%).

A maior queda percentual é observada em Minas Gerais, de 3,47%, de R$ 4,04 por litro para R$ 3,90 por litro. O preço mínimo registrado nos últimos sete dias para o etanol em um posto é de R$ 3,09 por litro, em São Paulo. O maior preço estadual, de R$ 6,29 por litro, é registrado no Rio Grande do Sul. O menor preço médio estadual, de R$ 3,75 por litro, é observado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio é registrado no Amapá, a R$ 5,34 por litro. Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 2,31%, de R$ 3,90 por litro para R$ 3,99 por litro. O Estado com maior alta percentual no período é o Acre, com 9,66% de aumento, de R$ 4,35 por litro para R$ 4,77 por litro.

O Estado com maior queda percentual no mês é a Bahia, com -5,93%, de R$ 4,55 por litro para R$ 4,28 por litro. Nos últimos sete dias, o etanol está competitivo em relação à gasolina no Amazonas e em Mato Grosso. No restante dos Estados e no Distrito Federal, continua mais vantajoso abastecer o carro com gasolina. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 73,08% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo. No Amazonas, a paridade estava em 69,97%. Em Mato Grosso, em 68,18%. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.