15/Jan/2026
No Rio Grande do Sul, o mercado de arroz em casca segue lento, com negociações pontuais e oscilação de preços entre as microrregiões. Os produtores, no geral, aguardam novas intervenções governamentais, na esperança de que os leilões movimentem o mercado. Entre os poucos que estão ativos, o intuito é comercializar o cereal para atender aos lotes arrematados nos leilões de PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural), realizados em dezembro/2025. Ao mesmo tempo, seguem as negociações de exportação, cujos preços se mostram mais atrativos do que os das vendas domésticas.
Do lado da demanda, observa-se comportamento distinto entre os compradores diante da oferta restrita. Enquanto alguns se dispõe a pagar valores mais altos para repor estoques, outros optam por uma postura mais cautelosa, aguardando definições do mercado. Em determinadas situações, há inclusive reajustes negativos nas ofertas, sob o argumento de dificuldade no repasse dos custos do produto beneficiado, cujas cotações seguem pressionadas. Fonte: Cepea. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.