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09/Jul/2025

Cesta Básica: custo cai na maior parte das capitais

Segundo dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor do conjunto dos alimentos básicos caiu em 11 das 17 capitais pesquisadas em junho de 2025. As maiores reduções foram registradas em Aracaju - SE (-3,84%), Belém - PA (-2,39%) e Goiânia - GO (-1,90%). As maiores altas foram registradas em Porto Alegre - RS (1,50%) e Florianópolis - SC (1,04%). São Paulo (SP) segue como a capital com a cesta mais cara, custando R$ 882,76, seguida por Florianópolis (R$ 867,83) e Rio de Janeiro - RJ (R$ 843,27).

Os menores valores foram encontrados nas capitais das Regiões Norte e Nordeste, como Aracaju (R$ 557,28) e Salvador - BA (R$ 623,85). No acumulado do ano, entre dezembro de 2024 e junho de 2025, todas as cidades pesquisadas apresentaram alta nos preços da cesta, com destaque para a variação em Fortaleza - CE (9,10%). Com base no valor da cesta mais cara, o Dieese estima mensalmente o salário-mínimo necessário para cobrir as despesas de uma família de quatro pessoas. Em junho, esse valor foi de R$ 7.416,07, o equivalente a 4,89 vezes o salário-mínimo em vigor (R$ 1.518,00).

Em abril, o valor necessário era de R$ 7.528,56. O levantamento indica que o trabalhador remunerado pelo piso nacional precisou de, em média, 107 horas e 10 minutos para adquirir a cesta básica em junho, tempo levemente inferior ao de maio (107 horas e 41 minutos). O comprometimento do salário-mínimo líquido com a compra dos alimentos essenciais caiu para 52,66%, contra 52,93% em maio. Em relação aos produtos da cesta básica, a batata, o arroz agulhinha, o óleo de soja, o açúcar, o leite integral, a carne bovina de primeira e o café tiveram reduções na maioria das capitais pesquisadas. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.