04/Nov/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 subiu de 5,19% para 5,22%. A estimativa está 0,72% acima do teto de tolerância de 4,50% para a meta de inflação. Para 2027, a projeção para o IPCA passou de 4,34% para 4,76%. Há um mês, a estimativa era de 4,30%. A projeção para a inflação de 2028 passou de 3,75% para 4,00%, ante 3,80% há um mês. Para 2029, a estimativa aumentou de 3,50% para 3,98%, enquanto a projeção de quatro semanas antes era de 3,51%. Desde 2025, o regime de metas de inflação brasileiro passou a funcionar de forma contínua, considerando o IPCA acumulado em 12 meses.
O centro da meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo, estabelecendo limites entre 1,5% e 4,5%. O descumprimento é caracterizado quando a inflação permanece fora desse intervalo por seis meses consecutivos. As projeções para a inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 1,22% de outubro a dezembro deste ano. A projeção para outubro oscilou de 0,28% para 0,27%. Há um mês, era de 0,32%. A estimativa de novembro aumentou de 0,33% para 0,35%, mesmo nível em que estava há um mês. A previsão para dezembro subiu de 0,58% para 0,60%. Há um mês, era de 0,56%.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 recuou de 1,80% para 1,76%. Há um mês, a estimativa era de 1,85%. Para 2027, a estimativa para a expansão da economia brasileira diminuiu de 1,31% para 1,20%. Para 2028, a projeção oscilou de 1,81% para 1,80%, enquanto, para 2029, permanece em 2,00% pela 85ª semana consecutiva.
JUROS
A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 subiu de 13,25% para 13,50% ao ano, após permanecer estável por duas semanas. Para o fim de 2027, a estimativa para a taxa básica de juros aumentou de 11,75% para 12,50% ao ano. As projeções para os anos seguintes também apresentam elevação. A previsão para o fim de 2028 passou de 10,00% para 11,00% ao ano, ante 10,50% há quatro semanas. Para 2029, a estimativa subiu de 10,00% para 10,25%, interrompendo uma sequência de 25 semanas de estabilidade.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 subiu de R$ 5,05 para R$ 5,34. Há um mês, a estimativa era de R$ 5,20. Para o fim de 2027, a estimativa para a moeda norte-americana passou de R$ 5,15 para R$ 5,40. Há quatro semanas, a projeção era de R$ 5,28. Para 2028, a expectativa avançou de R$ 5,20 para R$ 5,40, ante R$ 5,30 há um mês. A estimativa para 2029 foi revisada para cima, de R$ 5,28 para R$ 5,45. Há um mês, estava em R$ 5,33.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.