22/Sep/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, interrompendo uma sequência de três semanas de queda. A projeção está 0,42% acima do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,50%. Para 2027, a projeção do mercado para o IPCA permanece em 4,30%. Um mês antes, a projeção estava em 4,25%. A previsão para a inflação de 2028 permanece em 3,80% pela oitava semana consecutiva. Para 2029, a projeção continua em 3,50%, pela 55ª semana consecutiva. Desde 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses.
O centro da meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% para mais ou para menos, resultando em limite superior de 4,50% e inferior de 1,50%. Caso a inflação permaneça fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o cumprimento da meta. As estimativas para a inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 1,20% de setembro a novembro deste ano. A projeção para setembro subiu de 0,50% para 0,52%, mesmo nível em que estava há um mês. A estimativa intermediária de outubro segue em 0,33% pela quinta semana seguida. Para novembro, a projeção aumentou de 0,34% para 0,35%. Há um mês, era de 0,32%.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 recuou de 1,89% para 1,88%. Há um mês, a estimativa era de 1,95%. Para 2027, a projeção para o crescimento do PIB caiu de 1,45% para 1,43%. Para 2028, a previsão para o crescimento do PIB permanece em 1,87%, abaixo dos 1,98% registrados um mês antes. Para 2029, a projeção continua em 2,00% pela 79ª semana consecutiva.
JUROS
A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 caiu de 13,75% para 13,50%, após seis semanas de estabilidade. Para o fim de 2027, a previsão para Selic permanece em 12,00% pela 14ª semana consecutiva. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25%, de 14,00% para 13,75% ao ano, em 16 de setembro. Esse foi o quinto corte consecutivo da taxa. Desde março, quando o Banco Central iniciou um ciclo de calibração da política monetária, a Selic acumula redução de 1,25%. Para 2028, a previsão para a Selic no fim do ano permanece em 10,50% pela 12ª semana consecutiva. Para 2029, a projeção continua em 10,00% pela 20ª semana consecutiva.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,20 pela 14ª semana consecutiva. Para o fim de 2027, a previsão para a cotação da moeda norte-americana permanece em R$ 5,28. Há quatro semanas, a estimativa estava em R$ 5,30. A projeção para o fim de 2028 também permanece estável, em R$ 5,30 pela 9ª semana consecutiva. Para 2029, a estimativa continua em R$ 5,36, mesmo nível registrado há um mês.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.