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25/Aug/2026

Focus revisa estimativa para o crescimento do PIB

INFLAÇÃO

A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 permanece em 5,02% pela segunda semana consecutiva, nível 0,52% acima do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,50%. Um mês antes, a estimativa era de 5,12%. Para 2027, a projeção passou de 4,24% para 4,25%. Um mês antes, a estimativa era de 4,22%. A projeção para a inflação de 2028 permanece em 3,80% pela quarta semana consecutiva.

Para 2029, a estimativa segue em 3,50%, pela 51ª semana consecutiva. A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua e calculada com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro da meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% para mais ou para menos, estabelecendo limites de 1,50% e 4,50%. Caso a inflação permaneça fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central não cumpriu o objetivo estabelecido.

As estimativas para inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 0,67% de agosto a outubro deste ano. A projeção para agosto seguiu negativa, passou de 0,17% para 0,18%. Há um mês, era de deflação de 0,14%. As estimativas para setembro e outubro continuam positivas. A precisão para outubro subiu de 0,51% para 0,52%. Há um mês, era de 0,50%. Para setembro, a estimativa segue em 0,33%, mesmo nível em que estava há um mês, embora tenha oscilado no período.

PIB

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 recuou de 1,98% para 1,95%. Um mês antes, a estimativa era de 1,99%. Para 2027, a projeção para o crescimento da economia brasileira permanece em 1,50%. Para 2028, a projeção de crescimento do PIB avançou de 1,89% para 1,98%. Há um mês, a estimativa era de 2,00%. Para 2029, a projeção permanece em 2,00% pela 75ª semana consecutiva.

JUROS

A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 permanece em 13,75% pela terceira semana consecutiva. Há um mês, a estimativa era de 14,00%. Para o fim de 2027, a estimativa continua em 12,00% pela 10ª semana consecutiva. No início de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa Selic em 0,25%, de 14,25% para 14,00% ao ano, no quarto corte consecutivo. Para o fim de 2028, a projeção para a taxa Selic permanece em 10,50% pela oitava semana consecutiva. Para 2029, a estimativa continua em 10,00% pela 16ª semana consecutiva.

DÓLAR

A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,20 pela 10ª semana consecutiva. Para o fim de 2027, a cotação da moeda norte-americana avançou de R$ 5,29 para R$ 5,30. Quatro semanas antes, a estimativa era de R$ 5,29. A projeção para o dólar no fim de 2028 permanece em R$ 5,30 pela quinta semana consecutiva. Para 2029, a estimativa segue em R$ 5,36. Há um mês, a projeção era de R$ 5,37.

Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.