18/Aug/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 permanece em 5,02%, após seis semanas consecutivas de queda. A estimativa está 0,52% acima do centro da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,50%, e abaixo do nível projetado há um mês, de 5,15%. Para 2027, a estimativa para o IPCA passou de 4,22% para 4,24%. Há um mês, a projeção estava em 4,20%. A projeção para a inflação de 2028 permanece em 3,80%, ante 3,78% há um mês. Para 2029, a projeção continua em 3,50%, mantendo-se nesse nível pela 50ª semana consecutiva. Desde 2025, a meta de inflação é definida de forma contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses.
O centro da meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% para mais ou para menos. Caso a inflação permaneça fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central não cumpriu a meta. As estimativas para a inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 0,67% de agosto a outubro deste ano. A projeção para agosto segue negativa em 0,17%. Há um mês, indicava deflação de 0,10%. As estimativas para setembro e outubro continuam positivas, mas passaram de 0,50% para 0,51% e 0,34% para 0,33%, respectivamente. Há um mês, eram de 0,49% e 0,30%, respectivamente.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 permanece em 1,98%. Há um mês, a estimativa estava em 1,99%. Para 2027, a projeção para o crescimento do PIB recuou de 1,52% para 1,50%. Para 2028, a previsão para o crescimento do PIB caiu de 2,00% para 1,89%, interrompendo uma sequência de 126 semanas de estabilidade. Para 2029, a projeção permanece em 2,00%, nível mantido pela 74ª semana consecutiva.
JUROS
A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 permanece em 13,75%. Para o fim de 2027, a estimativa permanece em 12,00%. A condução da política monetária ocorre em um ambiente de elevada incerteza, com expectativas de inflação desancoradas e riscos relacionados ao cenário econômico. Entre os fatores acompanhados pelo Banco Central estão os impactos da guerra do Irã sobre as cadeias globais de suprimentos, os preços das commodities e a inflação. Para 2028, a projeção para a Selic permanece em 10,50%. Para 2029, a projeção continua em 10,00%.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,20 pela nona semana consecutiva. Para o fim de 2027, a projeção da moeda norte-americana passou de R$ 5,28 para R$ 5,29. Há quatro semanas, a projeção estava em R$ 5,28. A previsão para o fim de 2028 permanece em R$ 5,30 pela quarta semana consecutiva. Para 2029, a estimativa oscilou de R$ 5,37 para R$ 5,36. Há um mês, a projeção estava em R$ 5,40.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.