09/Jul/2026
Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio brasileiro busca ampliar sua participação na transição energética global e atuar como protagonista na construção da economia de baixo carbono. A perspectiva do setor é de que a transição energética represente uma oportunidade de geração de renda para os produtores rurais, evitando um modelo baseado apenas em novas obrigações ambientais.
O objetivo é ampliar a agregação de valor dentro do País, com produção nacional de combustíveis renováveis e maior participação do agro nas cadeias energéticas. A aviação e a navegação internacionais foram apontadas como segmentos prioritários para avanço da descarbonização, devido ao elevado volume de emissões de gases de efeito estufa associado a essas atividades. A expansão do uso de combustíveis de carbono renovável abre uma nova fronteira para o agronegócio brasileiro, com potencial de fornecimento de matérias-primas e soluções energéticas ao mercado global.
Para avançar nesse processo, o setor destaca a necessidade de segurança jurídica, regras claras e sistemas adequados de certificação capazes de estimular investimentos. A estratégia envolve transformar a produção agropecuária em uma base de oferta de energia renovável, ampliando a competitividade do Brasil na economia de baixo carbono. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.