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07/May/2026

Brasil resiliente diante da guerra no Oriente Médio

O Ministério da Fazenda avalia que o Brasil está entre os países menos afetados pelos efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio, especialmente no que se refere aos preços dos combustíveis. O conflito tem gerado preocupação global devido aos impactos sobre energia e inflação, mas os reflexos no mercado brasileiro permanecem mais limitados em comparação internacional. Enquanto em alguns países os preços dos combustíveis registraram elevação de até 150% após o início do conflito, no Brasil o reajuste ficou em torno de 20%, posicionando o País entre aqueles com menor variação. Esse desempenho é atribuído à estrutura do setor energético nacional, com destaque para investimentos realizados na exploração de petróleo ao longo dos últimos anos.

A avaliação do governo é de que a capacidade doméstica de produção contribui para mitigar a transmissão de choques externos aos preços internos, reduzindo a volatilidade no mercado de combustíveis. Esse fator tem papel relevante na contenção de pressões inflacionárias e na preservação da estabilidade econômica em um cenário internacional adverso. No contexto atual, a estratégia econômica mantém foco na estabilidade de preços e na continuidade das condições de funcionamento do mercado, mesmo diante das incertezas associadas ao conflito. A condução da política energética e econômica busca limitar impactos sobre custos logísticos e cadeias produtivas, com efeitos diretos sobre setores intensivos em combustíveis, incluindo o agronegócio. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.